quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tempar

Fluído tempo, desmancha-se tudo.
Sólido vira soluto na inconstâncias das incertezas.
Trata-se de responder as perguntas, pois os contornos já foram.
Trata-se de incertezas. A Arte de indagar, e o Talvez? Torná-lo veraz.
Tornar-me de soluto À sólido.
Perguntar-se, perguntar-se, tempo? Que tempo? Qual tempo? Quem tempa?
Pois o tempar é o próprio viver no tempo.
Fluído tempo, sou pós, respondo como pós aos pós-modernos,
Sólida não mais a forma, talvez, sempre talvez, o conteúdo.
Tempas?

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