domingo, 25 de setembro de 2011

Nascer.

Era uma ânsia tremenda,

Queria vir ao mundo,

Queria ver o mundo,

Senti-lo,

Encontrei o desigual,

A intolerância,

E humanos, tão desumanos,

Eu que ansiava por vir,

Hoje quero voltar,

De onde vim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Metade

Dado as circunstâncias,

Nada de goles rasos,

Aqui se enche a cara,

Ou não se bebe.

É pouco, É muito,

Mata-se o meio termo.

Deixar.

A dificuldade encontra-se no entardecer,

Naquele momento entre o vermelho, último do dia.

E a pitada de cinza que tinge o céu, inicio da noite.

No transformar-se, compreende os problemas,

Entre nascer e morrer.

Largar hábitos, pensamentos,

Amores surrados.

É onde a dor é latente,

Difícil é,

Deixar o fio do dia se esvair,

Desligar-se do comodismo.

Aceitá-la, noite, tão mais serena,

Preciso deixar que o dia acabe,

Que a noite passe,

E o novo dia amanheça.

Limpando, todo sentimento amalgamado,

Que falta,

Já não me faz.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Rir

É interessante como você pode ganhar uma pessoa com um sorriso, e perde-la com um riso.

Risco

A questão não é ter medo de se arriscar, é ter algo que valha realmente a pena se arriscar.