segunda-feira, 1 de agosto de 2011

?

Quem sabe, parte um tolo, volta um sábio.

Hoje só mais um trago de indiferença,
Talvez seja arrogância,

Intolerância quem sabe,
Mas não engulo toda essa mendicância.
Escassez de sentido.

Sentimentos tão poucos.

Diga-me o que vê quando observa as nuvens,
Conte-me do que és feito, não dos seus feitos.

Grite o que existe em você, que não em mim,ou
Em outrem.

Qual a essência, da sua essência.

Tolero hoje,
O gênio,
A intemperança.

Guardo comigo os encantos, daqueles que encantam,
Os  frívolos, que passem, não parem.

Agora diga-me,
O que faz de você, você?

Um comentário:

  1. Sou do cinza das cidades, ao colorido das árvores. Sou tudo, toda, todas..e nada. Sou o meio termo, perdida entre a ida e a vinda, em busca da chegada.
    Esse "todo" é o que sei que sou, é o que sei que me faz, que me pertence...mas de resto, já não sei de nada. Ausento-me para minha própria descoberta.

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