quarta-feira, 11 de maio de 2011

Bailarina.

Daquela pequena caixinha, a bailarina bailava, trocava passos consigo,

Era toda ela, dela, para ela mesma,

No verniz ecoava a música cantarolada pela pequenina,

Era toda leve, toda bela, para ela mesma,

Roupinha rasgada, rostinho tristonho, maquiagem borrada,

Mas ela dançava,

Dançava no seu mundinho,

Todo único,

Era toda ela, dela, para ela mesma.

7 comentários:

  1. Lendo seu poema, fiz uma reflaxão bem longe... e cheguei em uma pergunta: há quantas bailarias (mundinho único) dentro de nós? .-.
    Ah, muito bom o poema.
    Gostei do blog e segui =]

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  2. Que lindo, Caio.
    Doce, profundo e encantador.

    Seguindo-te.

    Beijo
    =*

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  3. Caio,
    tem selo para ti em meu blog.
    http://entaosoupoesia.blogspot.com/p/selos.html

    Beijo
    =*

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  4. que lindo texto..
    tao delicado como uma flor..

    parabéns..

    estou a te seguir..

    se puder me visite..

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  5. Já faz tempo que eu li, mas esse texto me encantou tanto, tanto que não consigo nem me expressar direito. Tenho vontade de ficar lendo, lendo, lendo...

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