domingo, 29 de agosto de 2010

Moinho.

Quando os moinhos se vão, sempre ficam as folhas,

Sim, as folhas,

A água seca tornasse em lembranças,

Na velha madeira do moinho, tudo estala, até o silêncio,

O vento restante já não importa,

De todas as cores resta o cinza, o marrom, abraços, promessas,

Nenhuma perca se equipara a perda de um moinho,

Restam folhas por todo lado,

Folhas secas,

Folhas ,

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