sábado, 27 de março de 2010

Reino de bobos.

Odeio os meus governantes.
Se deleitam no puro êxtase luxurioso do meu dinheiro,
Mas apesar dos pesares,
Quando falamos em corrupção, não falamos de política,
Falamos de espelhos.

Emoções banais.

Compre uma das minhas emoções.
Só um trago.
Só uma dose.
Aquela dos frágeis.
Beba, sim palavras,
Gestos não,
Gestos nunca,
Emoções banais.
Um amor aqui.
Uma vida acolá.

Opinando.

Não se cria um poema, ele já existe na alma do autor.
O poeta só o transcreve para nossa lingua.